Reflexão do Dia

Escravo!?

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Por quanto tempo você se permitiria ser escravo de alguém?

Um garotinho ganhou seu primeiro estilingue e, em visita aos avós, foi praticar no pátio. Sem conseguir acertar nada, avistou o pato de estimação da avó e, num impulso, disparou. A pedra atingiu a ave em cheio. O garoto entrou em pânico e escondeu o pato na pilha de lenha. Quando se virou, percebeu que sua irmã Sally tinha visto tudo — mas não disse nada.

A partir daí, Sally passou a usar o segredo como moeda. "Lembre-se do pato", ela sussurrava toda vez que queria se livrar de uma tarefa. Johnny lavou a louça. Johnny ficou em casa enquanto ela foi pescar. Johnny fez as obrigações dele e as dela. Dias assim. Até que não aguentou mais e confessou à avó.

"Eu sei", disse a avó, e o abraçou. "Eu estava perto da janela e vi tudo. Porque te amo, já te perdoei. Queria ver por quanto tempo você se permitiria ser escravo da Sally."

A história é simples, mas a lição é profunda. Enquanto permitimos, o erro nos escraviza. Quando confessamos, o perdão nos liberta. E é exatamente isso que Jesus diz em João 8.34-36: "Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres."

A Bíblia é clara: "Não existe no mundo ninguém que faça sempre o que é direito e que nunca erre" (Ec 7.20). Somos escravos das nossas próprias falhas e não conseguimos, por esforço próprio, permanecer na casa do Pai. Mas a Boa Notícia é que "se o Filho os libertar, vocês serão, de fato, livres" (Jo 8.36). Essa liberdade pode ser sua. Basta crer em Cristo Jesus, o único caminho para a Eternidade.

Oremos: Senhor, o pecado muitas vezes me escraviza. Não sei por onde seguir, pois Tu és um Deus de Justiça. Perdoa-me pelo Teu Filho Jesus. Cria e aumenta em mim a fé no meu Salvador, para que eu possa desfrutar da liberdade eterna que só Cristo pode dar. Amém.

Compartilhar WhatsApp Facebook

← Todas as reflexões · Página inicial