Aleluia. Essa palavra aparece tantas vezes nos Salmos que a gente quase passa por ela sem perceber. Mas ela é um convite. Um chamado. Louvem o Senhor.
O Salmo 148 começa exatamente assim — e logo nos dá uma lição surpreendente: não somos nós os primeiros a louvar. O sol, a lua, as estrelas, os céus, as águas… tudo obedece a Deus. Tudo cumpre o seu lugar. O salmista diz: "Ele mandou, e foram firmados para sempre." A criação inteira presta louvor — sem hesitar, sem questionar.
E nós? Nós pecamos. Duvidamos. Desobedecemos. Enquanto o universo proclama a glória de Deus em silêncio perfeito, nós — as únicas criaturas que podem louvar com palavras — tantas vezes ficamos quietos.
Mas repare: Deus não precisa do nosso louvor. Ele continuaria sendo Deus sem a nossa adoração. E mesmo assim, ele continua nos convidando. Continua chamando. Porque ele nos ama.
E as obras de Deus não param na criação do céu e da terra. Sua maior obra foi outra: enviar seu Filho Jesus para morrer numa cruz por nós. Por criaturas que desobedecem, que duvidam, que se calam. Jesus pagou por tudo isso. Perdoou tudo isso.
Então quando você olha pro céu hoje, para o sol que nasce, para o mundo que funciona sem que a gente precise fazer nada — lembre-se: esse mesmo Deus que criou tudo, veio salvar você.
É por isso que a gente louva. Não para impressionar a Deus. Mas porque ele nos amou primeiro.
"Que todos eles louvem o Senhor, pois ele deu uma ordem, e eles foram criados!" Salmo 148, versículo 5.
Oremos: Bondoso Deus Criador, obrigado pelo teu amor e misericórdia. Perdoa-nos pelas vezes que deixamos de louvar o teu santo nome. Usa-nos como instrumentos da tua glória. Em nome de Jesus. Amém.